No mês de Agosto gostamos de fazer várias festas (entenda-se por festa a apresentação na mesa da maior variedade possível de confecções culinárias utilizando o mesmo ingrediente) como a do pepino (que este ano ficou todo queimado do sol), a do feijão verde, a da maçã (que este ano foi quase inexistente), da melancia (que nem sabemos o que fazer com tanta quantidade) e outras.
Acontece que o trabalho foi tanto e as pessoas que nos visitaram este ano também foram tantas que nem tivemos tempo para andar na recolha de novas receitas. Mas ainda fizemos algumas experiências culinárias que em breve partilharemos convosco.
Como há uma série de tempo que não publicamos nada de novo, resolvemos contar por imagens, a mais recente intervenção cirúrgica.
Um dos nossos jovens carecas (ou pelados como se diz aqui na zona) surgiu de manhã com este aspecto horrível. Tinha o papo aberto vendo-se a comida no seu interior e que ia deixando cair, ao caminhar. Não conseguimos perceber o que teria motivado um rasgão tão profundo mas talvez tivesse sido atacado por uma ratazana durante a noite.
Acontece que o trabalho foi tanto e as pessoas que nos visitaram este ano também foram tantas que nem tivemos tempo para andar na recolha de novas receitas. Mas ainda fizemos algumas experiências culinárias que em breve partilharemos convosco.
Como há uma série de tempo que não publicamos nada de novo, resolvemos contar por imagens, a mais recente intervenção cirúrgica.
Um dos nossos jovens carecas (ou pelados como se diz aqui na zona) surgiu de manhã com este aspecto horrível. Tinha o papo aberto vendo-se a comida no seu interior e que ia deixando cair, ao caminhar. Não conseguimos perceber o que teria motivado um rasgão tão profundo mas talvez tivesse sido atacado por uma ratazana durante a noite.
O caseiro viu o caso tão mal parado que pegou nele para lhe torcer o pescoço e pôr fim àquele sofrimento. Ao avaliar o seu peso, comentou connosco que o galito estava tão magrote que nem sequer dava para fazer uma boa canja.
E foi aí que nos ocorreu mais uma vez aquela velha frase “De médico e de louco, todos temos um pouco” e correndo o risco de nos acusarem do crime de alveitar, decidimo-nos pela cirurgia.
Improvisámos uma mesa de trabalho, munimo-nos de água oxigenada, betadine, terramicina em spray, e… de agulha e linha, claro.
Primeiro era preciso coser o papo propriamente dito
... e depois a pele exterior
Por fim aqui vemos o galito que se portou como um valente mas ainda um pouco combalido uma vez que não houve anestesia nem geral, nem local
No dia seguinte já estava com este aspecto e bem esperto a olhar para o repórter, enquanto o Nuno, escolhido de entre os outros meninos por ter movimentos muito calmos, lhe tornava a pôr mais terramicina para não haver problemas de infecção
E agora corre feliz da vida na brincadeira com os outros galináceos… adiando-se a tal prometida canja.






